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quinta-feira, 12 de junho de 2008

Exercício 01 - Parte 01 - Opção: 16 cores




Black Fish, Paint 16c, 08/2.000


Cactus - version01


"Armas de Amsterdão", em Paint, 03/2.002


quarta-feira, 11 de junho de 2008

Exercício 01 - Parte 01 - Como Iniciar o Paint

Abrir o Paint no Windows é simples:
Iniciar/Programas/Acessórios/Paint.
Vai abrir a tela inicial do Paint, com o título, lá em cima, "Imagem Paint".
O melhor é salvar logo o arquivo e dar-lhe um título. Tipo assim:
Arquivo/Salvar Como/
Aparece uma caixa de diálogos com várias opções, que você deve preencher

- Nome do arquivo: Exercício01 (sugestão de nome).
- Na opção "Tipo de Arquivo", todos em bitmap, temos:

- bitmap monocromático
- bitmap de 16 cores
- bitmap de 256 cores
- bitmap de 24 bits

É fácil deduzir que, do primeiro ao último, os arquivos vão ficar mais pesados. Monocromático é, na prática, o preto e branco (B&W). 24 bits é um padrão que permite a reprodução de fotos coloridas com perfeita definição. Resulta nos arquivos mais pesados do Paint. Para quem começa, é melhor não querer complicar. Todo aprendizado começa do simples para o complexo. Faça assim no Paint. Com uma opção de 16 cores podemos fazer desenhos de cores vivas, contrastantes, sem nenhuma complementaridade entre os tons, já que na paleta temos apenas as 3 cores primárias e 2 secundárias (nos tons claro e escuro), mais o preto, o branco, 2 cinzas e tons de marrom. Na opção de 256 cores, já é possível fazer degradés, harmonizar tons complementares. Você vai verificar, ainda, que esta opção cria um desenho bem mais pesado.

Que tal começar com os contrastes fortes de 16 cores?

É o que vamos fazer.


terça-feira, 10 de junho de 2008

Grafismo no Paint

Aqui já aparece uma história de quatro anos.
Havia, lá no início, um receio de que o Paint pudesse servir apenas para ilustrações básicas.
Era o uso de ferramentas como retângulo, círculo, girar, inverter, aplicar cor, selecionar. Com esta última ferramenta, a gente usava muito as setas de ampliar, reduzir, espichar para os lados, espichar para acima e abaixo.
Depois de conseguir um desenho básico, era o trabalho com as cores: preencher, colorir áreas, inverter, misturar, sobrepor pigmentos.

Por fim, quando a gente se deu para o fato, veio uma atenção maior ao mouse.
Dito, artisticamente, no modo mais resumido possível:
" - Usar o mouse como se fosse uma espada!"
Fazer um corte. Ou mais cortes. Ser samurai.
Como um artista japonês faz seus ideogramas.

Conseguir o desenho mais reduzido.
A expressão mínima.
Assim é o ideograma, o grafismo.
Para soluções como esta, o Paint é o aplicativo ideal.
Só que aí estão guardados alguns segredos, que nenhum manual de Paint revela. Os tais macetes, que somente são descobertos depois de muitos anos de pesquisa.
Que, na verdade, não estão entre os recursos, ou ferramentas do Paint.
Estão fundados, isto sim, nos seus defeitos.
Nas suas limitações.
Saber as fragilidades do Paint, seus "isso-eu-não-posso-fazer" é o caminho de conseguir resultados artísticos inimagináveis.
Por isso tudo é que o Paint é essencial para quem quer resultados gráficos de qualidade, mesmo com recursos técnicos os mais simples, num aplicativo dito... acessório, na paleta do Windows.

Yeah, go ahead.

"DoubleVee01", Paint, n/d


"Galáxia One", Paint, 12/2.003


"Mask One",Paint, 12/2.003


Triple Zero


domingo, 8 de junho de 2008

Paint: 16 ferramentas simples. Mas fundamentais.

Meu trabalho com Paint leva já mais de 8 anos.
Até hoje, confesso, não achei ainda um procedimento definitivo.
Os caminhos precisam ser descobertos. Cada ferramenta deve ser experimentada até à exaustão. Digo experimentar, porque é assim. Experimentar.
Mas, reconheço que é possível encurtar o caminho e chegar a resultados obedecendo orientações iniciais, que possam facilitar o aprendizado.
Assim, um exercício direto.
Como este que estou propondo.
Vamos seguir, pulando etapas, até ver o trabalho final.
Não estou falando para desenhistas.
São resultados que podem ser obtidos por qualquer pessoa, mesmo para aqueles que não saibam desenhar.
No final do exercício, o desenho aparece.
E o resultado é um trabalho digno, convincente, valioso.

O que é necessário?
Apenas querer. Olhar a tela e saber que fizemos algo muito importante, que pode ajudar a mudar o mundo.
Vamos trabalhar, agora, agorinha?
Digite iniciar, programas, acessórios, Paint.
E chegamos lá.

"O Abominável Homem das Neves", de 09/2.007



"Evil", desenho Paint, 11/2.007 - o Mal volta à cena



"Monalisa", desenho em Paint, 11/2.007



Vamos pular do figurativo colorido para o grafismo PB

Nestes desenhos, do último ano, voltei para a figura.
Não que a figura fosse dominante.
Mas tratei a figura com mais atenção. Deixei de lado a cor.
E reduzi ao mínimo a elaboração do desenho.
Foi como uma volta ao tempo das cavernas.
Usei a ferramenta spray como um troglodita usaria um tubo para espalhar o pigmento na parede da caverna.
Dependendo do vulto surgido com o spray, peguei o lápis
(quarta ferramenta do lado esquerdo da coluna vertical) e finalizei o desenho.
Tudo bastante primitivo.
Evoca medos e gritos por socorro.
Como alguém, no escuro,
ao olhar um demônio na parede.
Uma gente desprotegida, que só pode mesmo é chamar pelos Céus.