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domingo, 8 de junho de 2008

Vamos pular do figurativo colorido para o grafismo PB

Nestes desenhos, do último ano, voltei para a figura.
Não que a figura fosse dominante.
Mas tratei a figura com mais atenção. Deixei de lado a cor.
E reduzi ao mínimo a elaboração do desenho.
Foi como uma volta ao tempo das cavernas.
Usei a ferramenta spray como um troglodita usaria um tubo para espalhar o pigmento na parede da caverna.
Dependendo do vulto surgido com o spray, peguei o lápis
(quarta ferramenta do lado esquerdo da coluna vertical) e finalizei o desenho.
Tudo bastante primitivo.
Evoca medos e gritos por socorro.
Como alguém, no escuro,
ao olhar um demônio na parede.
Uma gente desprotegida, que só pode mesmo é chamar pelos Céus.

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