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terça-feira, 10 de junho de 2008

Grafismo no Paint

Aqui já aparece uma história de quatro anos.
Havia, lá no início, um receio de que o Paint pudesse servir apenas para ilustrações básicas.
Era o uso de ferramentas como retângulo, círculo, girar, inverter, aplicar cor, selecionar. Com esta última ferramenta, a gente usava muito as setas de ampliar, reduzir, espichar para os lados, espichar para acima e abaixo.
Depois de conseguir um desenho básico, era o trabalho com as cores: preencher, colorir áreas, inverter, misturar, sobrepor pigmentos.

Por fim, quando a gente se deu para o fato, veio uma atenção maior ao mouse.
Dito, artisticamente, no modo mais resumido possível:
" - Usar o mouse como se fosse uma espada!"
Fazer um corte. Ou mais cortes. Ser samurai.
Como um artista japonês faz seus ideogramas.

Conseguir o desenho mais reduzido.
A expressão mínima.
Assim é o ideograma, o grafismo.
Para soluções como esta, o Paint é o aplicativo ideal.
Só que aí estão guardados alguns segredos, que nenhum manual de Paint revela. Os tais macetes, que somente são descobertos depois de muitos anos de pesquisa.
Que, na verdade, não estão entre os recursos, ou ferramentas do Paint.
Estão fundados, isto sim, nos seus defeitos.
Nas suas limitações.
Saber as fragilidades do Paint, seus "isso-eu-não-posso-fazer" é o caminho de conseguir resultados artísticos inimagináveis.
Por isso tudo é que o Paint é essencial para quem quer resultados gráficos de qualidade, mesmo com recursos técnicos os mais simples, num aplicativo dito... acessório, na paleta do Windows.

Yeah, go ahead.

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